Ainda vivemos o século XVII

Ainda vivemos o século XVII
Um Brasil confuso

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Com a palavra, O CIDADÃO

NÃO SOU: 
NEM NEGRO, NEM ÍNDIO, NEM VIADO, NEM ASSALTANTE, NEM GUERRILHEIRO, NEM INVASOR DE TERRAS.
Como Faço Para Viver No Brasil Nos Dias Atuais???
Na Verdade Eu Sou Branco, honesto, professor, advogado, contribuinte, eleitor, hetero...

E Tudo Isso Para quê???
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Meu Nome é:
Ives Gandra da Silva Martins*
Hoje, tenho eu a impressão de que no Brasil o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades governamentais constituidas e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que eles sejam índios, afrodescendentes, sem terra, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.

Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, ou seja, um pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco hoje é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior (Carta Magna).

Os índios, que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras que eles ocupassem em 05 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado, e ponham passado nisso. Assim, menos de 450 mil índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também por tabela - passaram a ser donos de mais de 15% de todo o território nacional, enquanto os outros 195 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% do restante dele. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.

Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas aqueles descendentes dos participantes de quilombos, e não todos os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição Federal permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef
 o direito de ter um Congresso e Seminários financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências - algo que um cidadão comum jamais conseguiria do governo!

Os 
invasores de terras, que matam, destroem e violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que este governo considera, mais que legítima, digamos justa e meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse 'privilégio', simplismente porque esse cumpre a lei.

Desertores, terroristas, assaltantes de bancos e assassinos
, que, no passado, participaram da guerrilha,garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de R$ 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para 'ressarcir' aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que chegou a hora de se perguntar: de que vale o inciso IV, do art. 3º, da Lei Suprema?

Como modesto professor, advogado, cidadão comum e além disso branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço nesta sociedade, em terra de castas e privilégios, deste governo.
(*Ives Gandra da Silva Martins, é um renomado professor emérito das Universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado Maior do Exército Brasileiro e Presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo ).

Para os que desconhecem o Inciso IV, do art. 3°, da Constituição Federal a que se refere o Dr. Ives Granda, eis sua íntegra: 
"promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação." 
Assim, volta a ser atual, ou melhor nunca deixou de ser atual, a constatação do grande Professor e Orador Rui Barbosa:
"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". (Senado Federal, RJ. Obras Completas, Rui Barbosa. v. 41, t. 3, 1914, p. 86).

sábado, 4 de agosto de 2012

De vez em quando, aparece alguém.


GRAÇA FOSTERO CUSTO LULA ... E O FIM DA FARRA

 
Veja o estrago da era Lula e a tentativa de salvar a grande Petrobras! É preciso mostrar que o santo (o mito) é de barro...
 
 Que todos NÓS PETROLEIROS Ativos e Aposentados, façamos CORO com a nova presidente da Petrobrás, externando-lhe o nosso apoio irrestrito, a uma verdadeira faxina nas diversas áreas da empresa, nos "projetos" que só visam a política populistas,na farra da publicidade ( visivelmente eleitoreira/populista), e que a NOSSA PETROBRÁS  volte a ser a empresa altamente técnica, e que volte a ter políticas para conquistar novos talentos para os seus quadros, e que valorize os nossos colegas que lá estão e que apresentam conhecimento acadêmico condizente com os cargos e funções que ocupam.
 
 
Caros colegas,
 
Que as mudanças atinjam também aqueles gerentes-sindicalistas que estão a destruir a PETROBRÁS e PETROS.
 
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Estilo Graça Foster pode gerar rebelião na Petrobras

Estilo Graça Foster pode gerar rebelião na Petrobras
Foto: AGÊNCIA PETROBRAS

Nova presidente da Petrobras decidiu comprar uma briga daquelas, em pleno ano eleitoral. Ela quer cancelar todos os contratos de patrocínio da estatal e já provoca uma gritaria entre políticos da base aliada

01 de Julho de 2012 às 18:35
247 – Dias atrás, a presidente da Petrobras, Graça Foster, fez uma conferência com investidores e foi de uma sinceridade atroz. Reduziu de 3,1 milhões para 2,5 milhões barris/dia a meta de produção da empresa para 2016.
“Os números não eram realistas”.
Além disso, cancelou projetos de várias refinarias e manteve apenas a Abreu e Lima, em Pernambuco, que custará nove vezes mais do que o previsto – o orçamento foi de R$ 4,75 bilhões para R$ 42 bilhões.
Graça já havia demarcado seu território, ao demitir diretores que haviam sido indicados politicamente – inclusive, pelo próprio PT.
Agora, ela decidiu comprar uma nova briga, segundo informa a coluna do jornalista Ilimar Franco,
no jornal O Globo, na nota “Fim da farra”:
A presidente da Petrobras, Graça Foster, decidiu segurar e rever todos os patrocínios concedidos pela empresa.
Sua posição atinge eventos, congressos, publicações, filmes, projetos culturais e conferências setoriais e temáticas promovidas pelo governo federal e que tinham patrocínio da estatal.
Os marqueteiros petistas estão em polvorosa e, atônitos e irritados, perguntam:
"Quem essa Graça Foster pensa que é? A Dilma da Dilma?"
Graça tem o respaldo da presidente Dilma Rousseff, mas seu estilo tem gerado críticas no PT.
Seu antecessor, José Sergio Gabrielli, é amigo pessoal do presidente Lula.
Além disso, ao criticar as “metas irreais” da era Gabrielli, ela também critica, indiretamente, a era Lula.
A conferência de Graça Foster com investidores ensejou o artigo “O custo Lula”,
publicado pelo jornalista Carlos Alberto Sardenberg.
Leia:
Há menos de três anos, em 17 de setembro de 2009, o então presidente Lula apresentou-se triunfante
em uma entrevista ao jornal Valor Econômico.
Entre outras coisas, contou, sem meias palavras, que a Petrobrás não queria construir refinarias
e ainda apresentara um plano pífio de investimentos em 2008.
“Convoquei o conselho” da empresa, contou Lula.
Resultado: não uma, mas quatro refinarias no plano de investimentos, além de previsões fantásticas para a produção de óleo.
Em 25 de junho último, a Petrobrás informa oficialmente aos investidores que, das quatro, apenas uma refinaria, Abreu e Lima, de Pernambuco, continua no plano com data para terminar.
E ainda assim, com atraso, aumento de custo e sem o dinheiro e óleo da PDVSA de Chávez.
Todas as metas de produção foram reduzidas.
As anteriores eras “irrealistas”, disse a presidente da companhia, Graça Foster,
acrescentando que faria uma revisão de processos e métodos.
Entre outros equívocos, revelou que equipamentos eram comprados antes dos projetos estarem prontos e aprovados.
Nada se disse ainda sobre os custos disso tudo para a Petrobrás.
Graça Foster informou que a refinaria de Pernambuco começará a funcionar em novembro de 2014, com 14 meses de atraso em relação à meta anterior, e custará US$ 17 bilhões, três bi a mais.
Na verdade, as metas agora revistas já haviam sido alteradas. O equívoco é muito maior.
Quando anunciada por Lula, a refinaria custaria US$ 4 bilhões e ficaria pronta antes de 2010. Como uma empresa como a Petrobrás pode cometer um erro de planejamento desse tamanho?
A resposta é simples: a estatal não tinha projeto algum para isso,
Lula decidiu, mandou fazer e a diretoria da estatal improvisou umas plantas.
Anunciaram e os presidentes fizeram várias inaugurações.
O nome disso é populismo. E custo  Lula .Sim, porque o resultado é um prejuízo para os acionistas da Petrobrás, do governo e do setor privado, de responsabilidade do ex-presidente e da diretoria que topou a montagem.
Tem mais na conta. Na mesma entrevista, Lula disse que mandou o Banco do Brasil comprar o Votorantim, porque este tinha uma boa carteira de financiamento de carros usados e era preciso incentivar esse setor.
O BB comprou, salvou o Votorantim e engoliu prejuízo de mais de bilhão de reais, pois a inadimplência ultrapassou todos os padrões. Ou seja, um péssimo negócio, conforme muita gente alertava. Mas como o próprio Lula explicou: “Quando fui comprar 50% do Votorantim, tive que me lixar para a especulação”.
Quem escapou de prejuízo maior foi a Vale. Na mesma entrevista, Lula confirmou que estava, digamos, convencendo a Vale a investir em siderúrgicas e fábricas de latas de alumínio. Quando os jornalistas comentam que a empresa talvez não topasse esses investimentos por causa do custo, Lula argumentou que a empresa privada tem seu primeiro compromisso com o nacionalismo.
A Vale topou muita coisa vinda de Lula, inclusive a troca do presidente da companhia, mas se tivesse feito as siderúrgicas estaria quebrada ou perto disso. Idem para o alumínio, cuja produção exige muita energia elétrica, que continua a mais cara do mundo.
Ou seja, não era momento, nem havia condições de fazer refinarias e siderúrgicas. Os técnicos estavam certos. Lula estava errado. As empresas privadas foram se virando, mas as estatais se curvaram.
Ressalva: o BNDES, apesar das pressões de Brasília, não emprestou dinheiro para a PDVSA colocar na refinaria de Pernambuco. Ponto para seu corpo técnico.
Quantos outros projetos e metas do governo Lula são equivocados?
As obras de transposição do rio São Francisco estão igualmente atrasadas e muito mais caras.
O projeto do trem bala começou custando R$ 10 bilhões e já passa dos 35 bi.
Assim como se fez a revisão dos planos da Petrobrás, é urgente uma análise de todas as demais grandes obras.
Mas há um outro ponto, político.
A presidente Dilma estava no governo Lula, em posições de mando na área da Petrobrás.
Graça Foster era diretoria da estatal.
Não é possível imaginar que Graça Foster tenha feito essa incrível autocrítica sem autorização de Dilma.
Ora, será que as duas só tomaram consciência dos problemas agora?
Ou sabiam perfeitamente dos erros então cometidos, mas tiveram que calar diante da força e do autoritarismo de Lula?
De todo modo, o custo Lula está aparecendo mais cedo do que se imaginava.
Inclusive na política.
Foster terá que contar agora com muito respaldo de Dilma, para não ser atingida, em breve, pelo fogo amigo.

Quem sou eu

Tenho 40 anos de idade, filho de estrangeiros, casado, duas filhas e um menino, Graduado em GRH, Física e Psicologia

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